Nas noites sem lua, cachorros latem, pois algo de estranho cortas as ruas;
Algo sinistro passa pelas arvores, e chega perto de minha janela;
Não a vejo mas consigo senti-la;
Não devo teme-la mas é inevitavel;
Quando abro minha janela, ela se vai, não para longe mas apenas não fica proxima de mim;
Estendo a mão e ela vem até mim,
Consigo senti-la perfeitamente,
É pulçante seu corpo, sinto seu batimento;
Estranho sinto dentro de mim,
Quando a trago para a luz;
Ela se revela ser quem ser de verdade;
É a saudade,
Saudade de algo que não perdi, mas não tenho perto;
A senti pulçar dentro de meu coração,
Fazer ele tentar rasgar meu peito;
E sair em buscar do meu amor...
Eu queria seguir o que ele fala... Mas eu sou humano e mortal...
Infelizmente, sofro calado... Com a vontade gritante dentro de mim;
Belissimas palavras...O martirio muito bem concentrado,como se estivesse engarrafado! Adorei a escrita querido amigo...beijos...já estou seguindo-o,claro!
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